Alemanha tem serviço mais eficiente do mundo
A Alemanha foi apontada como o país com a logística mais eficiente no mundo, à frente de Cingapura, Suécia, Holanda e Luxemburgo, de acordo com o LPI (Logistics Performance Index - Índice de Performance Logística), em levantamento divulgado no início do ano. As outras cinco nações que complementam a lista dos 10 primeiros lugares são Suíça, Japão, Reino Unido, Bélgica e Noruega. Entre os 10 países que figuram no ranking, oito são europeus. Apesar de ser considerado o maior mercado de logística do mundo, os Estados Unidos aparecem em 15° no levantamento. A China - superpotência emergente na área - foi classificada em 27ª. O Brasil aparece em 41°, à frente da Índia, em 47°, e Rússia, que ficou em 94°. Desde sua primeira publicação em 2007, o LPI computa mais de 5 mil avaliações internas de cada país, feitas por cerca de 1 mil freight forwarders internacionais para comparar o perfil logístico de 155 nações. O resultado é calculado de acordo com os níveis de qualidade internacional e doméstica. Os critérios são: eficiência no processo de desembaraço aduaneiro; qualidade de serviços e infraestrutura de transporte; facilidade de organizar embarques a preços competitivos; competência dos serviços logísticos; habilidade para monitorar e rastrear remessas e a frequência com que as cargas são entregues dentro do prazo. Como em 2007, o LPI deste ano mostra que os países mais ricos dominam as altas colocações do ranking, sendo que a maioria é formada pelos principais intervenientes do setor logístico, ocupando lugares importantes em uma variedade de cadeias de suprimentos globais e regionais. "Os resultados refletem a abertura destes países ao comércio internacional e investimentos como parte de uma estratégia de desenvolvimento econômico bem-sucedido", afirma o relatório. Em contrapartida, as 10 nações que adquiriram baixa performance são basicamente países com rendas média e baixa, geograficamente concentrados na África. "Na maioria dos casos, estes podem ser considerados fortemente marginalizados pelas cadeias de suprimento regional e global", de acordo com o estudo. Fonte: Guia Marítimo
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